sexta-feira, novembro 19, 2010

Trailer do doc. Festival Mafalda Sin Falda 2010



Documentário sobre o 3º Festival Mafalda Sin Falda, realizado em 16 de Outubro de 2010.

Fotos: Andréa Gisele
Imagens: Anselmo Oliveira e Tathyana Martins
Produção e Edição: Tathyana Martins

Bandas:
Bárbara (PB)
Andada (PB)
Pump (PE)
Autoreverso (BA)
Stella Can (RS)
Siete Armas (SP)

sábado, novembro 06, 2010

Matilha Produções


    Oi pessoal, para quem me conhece e não sabe do meu trabalho ou para quem não me conhece, está aí um pouco do trabalho que faço na Matilha Produções.....dentre os trabalhos está a conversão de mídias (VHS para DVD e K7 e Vinil para CD com capa e mídia impressa); Impressão de Mídias de CD e DVD (para as bandas, em grande quantidade preço a combinar); Folders de show; Edição de vídeo em geral; Montagem de fotos; cartão pessoal, cartões em geral e convites em papel fotográfico. Maiores informações é só ligar ou mandar email...

Rock Feminino - 1970

The Runaways

A década de 1970 começou triste com a morte aos 27 anos de Janis Joplin. No início, Cher começa carreira solo, misturando sensualidade e com um estilo único. Aparece então Nina Hagen, cantora alemã conhecida por suas extravagâncias vocais que logo se torna sucesso mundial com seu estilo Punk/Rock, ela se torna a famosa garota de Berlim.
O rock percorreu caminhos buscando sonoridades diferentes, e de repente surge Suzi Quatro, a lenda de saia, a primeira roqueira com atitude e sonoridade metálica, Suzi formou a primeira banda aos 15 anos com suas irmãs, e começou sua carreira solo em 1972. O Heavy Metal ganhou força e peso com a banda feminina Girlschool. Em 1975 surge o grupo The Runaways formada apenas por mulheres, trouxeram sensualidade e simpatia ao mundo dos metaleiros. A banda tinha duas divas, Joan Jett uma das mulheres mais rockeiras da história do rock, onde sua voz virou lenda, e Lita Ford a mulher mais bem vestida do rock, feminina e original. Na mesma década surge as bandas femininas Renaissance e Go-Go’s. Chrissie Hindy, uma das mulheres mais irreverentes e marcantes do rock, abriu espaço para bandas com mais atitude, Kate Bush e Patti Smith trouxeram as vertentes Protopunk e Rock Alternativo. Em 1977, Debbie Harry se torna ícone do Punk e com a banda Blondie fizeram sucessos regravados por vários artistas. As bandas femininas Bikini Kill, Vixen, L7, The Breeders e Phantom Blue emplacaram uma mistura de Punk, Hard, Heavy e Grunge influenciado pelo Glam rock dos anos 70. O Rock pesado trouxe à cantora Doro Pesch do Warlock.

terça-feira, setembro 21, 2010

50 Anos de Aruanda

Há cinqüenta anos o filme paraibano “Aruanda”, antes mesmo da primeira exibição pública, conquistou generoso espaço nas páginas do importante Suplemento Dominical do Jornal do Brasil, mais precisamente em seis de agosto de 1960. Quem assinou o artigo, considerado hoje um documento histórico de reconhecimento e legitimação da importância do documentário paraibano, foi Glauber Rocha, que conseguiu assistir ao curta-metragem na Líder, no Rio de Janeiro, para onde Linduarte Noronha havia enviado o material bruto para montagem. Eleito pelo então jovem cineasta baiano como a película que “inaugurou o moderno documentário brasileiro”, o filme foi além: contribuiu para deflagrar o movimento do “cinema novo”. Por tais justas razões, seus 50 anos serão celebrados, esse ano, pelo festival que leva seu nome e acontece de 11 a 16 de dezembro na Capital. A informação é do coordenador-geral do 6º Fest-Aruanda do Audiovisual Brasileiro, professor Lúcio Vilar, que vem trabalhando na formatação do festival desde o primeiro semestre deste ano, junto com sua equipe de produção que conta também com o professor e cineasta Bertrand Lira. Outra notícia é que João Córdula e Braulio Tavares serão os homenageados do 6º Fest-Aruanda. De gerações diferentes, ambos escreveram, à sua maneira, capítulos da história do cinema paraibano. O ano de 2010 marca o centenário de nascimento João Córdula. O Coordenador geral do festival, conta que Córdula conviveu com figuras de proa do cinema brasileiro, como o lendário Humberto Mauro e o genial Paulo Emílio Salles Gomes. Wills Leal fez uma bela homenagem a João Córdula em seu livro-memória do cinema paraibano. Já o Escritor, crítico e roteirista de cinema, Braulio Tavares, que é colunista do JORNAL DA PARAÍBA, receberá o troféu Antônio Barreto Neto. Ao ser informado da homenagem, Braulio falou que ficou feliz, disse estar em dúvida quanto ao merecimento, por achar que há pessoas que contribuíram mais do que ele. Sobre a homenagem a Braulio Tavares, o coordenador Lúcio Vilar afirma que “a escolha de seu nome para receber o Troféu Antonio Barreto Neto, teve a ver com sua paixão pela sétima arte e ao seu exercício como crítico de cinema, pré-requisito para a comenda que leva o nome de um dos nossos melhores críticos da província. Aliás, o Bráulio continua, enquanto cronista diário deste jornal, muito atento ao cinema”. O 6º Fest - Aruanda do Audiovisual Brasileiro, é uma parceria entre o NEPPAU (Núcleo do Audiovisual), CCHLA e Programa de Pós-graduação em comunicação da UFPB. O festival está agendado para o período de 11 a 16 de dezembro.

segunda-feira, agosto 16, 2010

Cartaz Mulheres no Rock

Dia 02 de Setembro no Cine Digital do Espaço Cultural, sessão às 19 horas.... exemplares do documentário a 10,00 no local....maiores informações deixar comentário...

Folder Mulheres no Rock

Folder do Lançamento do documentário "Mulheres no Rock" de Tathyana Martins...

quinta-feira, agosto 05, 2010

6º Fest-Aruanda

Inscrições Abertas até 31 de Agosto.....Corra! ainda dá tempo....

domingo, julho 18, 2010

Mulheres no Rock (Teaser)

Vídeodocumentário realizado como Projeto Experimental de Conclusão do Curso de Comunicação Social da Universidade Federal da Paraíba

Bacharel em Radialismo

Entrevista das bandas: Andada; Bárbara; Blue Sheep; Evil Force; Noskill; Senhoritas e Violet.

Depoimentos de Olga Costa; Eliseu Lins e Robério Rodrigues

Trilha de Abertura e encerramento: Eveline Lúcia

Rock Feminino - 1960

Na década de 1960 aparece a “Rainha do Soul” Aretha Franklin, adepta do blues/rock e jazz, sua voz ficou conhecida como maravilha natural. A segunda metade dos anos 60 é caracterizada pelo movimento hippie, o estilo é marcado pela voz rouca e sensual de Janes Joplin, ela foi a pioneira a quebrar as barreiras do preconceito. Cher integrou ao lado do marido a dupla “Sonny e Cher”, essas duas mulheres tornaram-se ícones femininos da cultura hippie.

Trajetória do Rock Feminino - 1950

Ao longo da história do Rock Mundial, muitas mulheres quebraram fronteiras e conseguiram lançar carreira no cenário rock, com estilos diferentes ao longo dos anos, cada vez mais aparecem bandas formadas por mulheres. Elas apareceram com suas vozes agudas, maquiagem, cabelos nos mais diversos formatos e cores com suas roupas justas realçando sua feminilidade fatal. Características de um universo cheio de contrastes cada um com seu estilo e gosto musical. Enfrentando uma cultura machista e preconceituosa, surgiram aos poucos para enraizar o cenário rock feminino. A partir da década de 50 uma mulher levanta a bandeira da igualdade sexual, abrindo espaço para que outras mulheres conquistassem o estrelato. A primeira mulher a cantar o estilo musical foi Tina Turner, e junto com ela, artistas de várias gerações conseguiram destaque.

quarta-feira, julho 07, 2010

Não Faz Sentido! - Crepúsculo

Uma das melhores críticas hilárias do filme crepúsculo!

sábado, maio 22, 2010

Movimento Riot Grrrls

Este movimento abriu as portas para um grupo de mulheres, garotas em busca do respeito como mulher e artista, dando liberdade para mostrar seu talento e gritar sua liberdade. O Riot Grrrl nasceu na década de 90 nos Estados Unidos, onde aconteceu um encontro de garotas que tinha como base a denúncia da falta de validação das experiências femininas da sociedade e do sexismo presente no movimento punk. O Riot Grrrl foi um movimento político e cultural radical na resistência de papéis tradicionais de feminilidade, centrado no encorajamento de garotas e mulheres para subverter a dominação masculina do underground por criar sua própria cena, música, arte e escrita. Foi através do punk que se resgatou o caráter político do rock, fazendo desse estilo um modelo de intervenção social, nas letras, na música, no comportamento ou na forma de fanzines. Essa vertente adota um estilo comum que não se reduz a um modismo local. O estilo punk foi destituído de seu valor simbólico de contestação ao sistema. Essa característica, mas necessariamente perda de uma identidade está relacionada à pós modernidade. No caso do movimento punk, quando se fragmenta surge novas vertentes como o hardcore e o punk feminista “Riot Grrrls”, este termo surge da junção das palavras “girl” (garota) e “growl” (desenvolver-se). Influenciadas pelo “Do It Yourselve” (Faça Você Mesmo) e pelo feminismo radical lesbiano, as riot grrrls divulgaram um tipo de feminismo pouco conhecido, presentes em letras de músicas, fanzines e na expressão corporal, onde recusam a heterossexualidade compulsória. Algumas bandas são associadas ao movimento Riot Grrrl como Bikini Kill, L7, The Breeders, Gossip, entre outras. No Brasil algumas bandas que fazem parte do movimento são Cosmogonia, Dominatrix, Lollitas, The Jezebels, entre outras. Já aqui na Paraíba, as bandas Bárbara e NosKill são exemplos de Riot Grrrls. Estas bandas são associadas ao movimento Riot, por expressarem idéias feministas e anti-racistas, denunciando através das letras das músicas, distúrbio alimentar, estupro, sexismo, construção social estigmatizada da mulher, entre outros vários assuntos relacionados à imagem feminina. Junto as Riot Grrrls, a “Girl Zines”, utiliza os fanzines para discutir assuntos como violência doméstica, sexual, bulimia, estabelecendo redes de contato com outras garotas compartilhando suas experiências particulares. A música se tornou uma das formas mais expressivas das Riot Grrrls em contradição ao sexismo presente no cenário punk e em outros movimentos culturais. Outra forma é a estética corporal que assumem, o modo como se reconhecem e se definem se opondo aos demais grupos, está ligado ao processo de construção de uma identidade social ou coletiva. Mas, este processo de construção da identidade não é permanente, pois existe outro processo de constante desconstrução, devido ao desenfreado consumo da imagem pela mídia. No caso das Riot Grrrls serem consideradas feministas, existe uma diferenciação dos demais movimentos sociais, pois mesmo que se pareça com outros grupos como o punk se diferencia pelas suas particularidades. Uma das formas predominantes de identificação esta presente na aparência dessas garotas, o estilo como se veste, bermuda, jeans, camiseta, jaqueta, tênis ou coturno, ausência ou não de maquiagem, cabelos curtos ou médios, faz parte da expressão corporal das Riot Grrrls que para elas a feminilidade esta relacionada ou não à futilidade, adotando um estilo bissexual ou unissex, um estilo andrógeno definido através das roupas, buscando uma re-definição da feminilidade. Inserir vestimentas masculinas, esta relacionado à independência feminina, a capacidade de ultrapassar fronteiras, este estilo alternativo pode ser interpretado como uma resistência não-verbal consciente ou não aos padrões pré-estabelecidos na cena rock. A estética corporal pode ser uma ferramenta de construção de identidades, no caso das tribos, tatuagens e piercings fazem parte de uma identidade que hoje não faz parte de um modismo, mas de um amadurecimento cultural da sociedade. As Riot Grrrls são um exemplo de força e atitude, tocando Punk/Rock em instrumentos considerados machistas, elas expressam suas opiniões incentivando outras mulheres a expressar seus ideais e vontades, passando através da música o conhecimento dos direitos da mulher.

sábado, maio 08, 2010

Sorteios

Olá seguidores do blog da loba, futuramente realizarei sorteios para vocês....o primeiro será em julho..então é só aguardar.

quarta-feira, maio 05, 2010

Woodstock 2010

Gente! Está confirmado o festival Woodstock no Brasil para este ano, o evento será nos dias 7, 8 e 9 de outubro na fazenda Maeda em Itu, a cerca de 100 km de São Paulo. O Festival foi confirmado pelos responsáveis pelo local, o grupo No Limits que já usou o local para a realização de eventos como o festival eletrônico XXXperience e Tribe. Os idealizadores do festival Woodstock Eduardo Fischer (Festival Maquinaria) e Perry Farrel (Jane’s Addiction) deram forma ao projeto junto com os organizadores originais de Woodstock. Entre as atraçãoes cotadas para o evento estão Bob Dylan, Smashing Pumpkins, Foo Fighters, Pearl Jam, Rage Against The Machine e Limp Bizkit, Link Park e Green Day. As vendas de ingressos ainda não foram confirmadas…

segunda-feira, abril 26, 2010

A Mulher e o Rock

No decorrer da história do rock toda mulher com atitude e com gosto por músicas mais pesadas, eram passíveis de desconfiança e por isso tinham que passar por uma comprovação e provar que realmente gostavam da música e que se divertem em shows de rock. E quando o assunto é se a mulher sabe tocar instrumentos pesados tão bem quanto os homens, a resistência e desconfiança por parte deles são bem maiores. Mesmo com toda a resistência, às mulheres que formam bandas de rock passam por diversas situações que vai desde a falta de apoio da família e amigos até a violência moral e psicológica que sofrem ao pisar num palco. Sempre houve bandas de rock com mulheres que lançaram CDs, conquistaram fãs e admiradores no mundo todo. Elas também fazem parte de bandas mistas, onde dividem os instrumentos e cantam entre homens. Nesse sentindo, a banda busca passar a mensagem que a presença de uma mulher na banda não muda seu desempenho, nem sua capacidade de compor boas músicas e fazer bons shows. Naturaliza-se a presença da mulher, constituindo “mais uma banda comum”. Assim, todos os integrantes sobem igualmente ao palco e quase todas às críticas direcionadas à mulher, também são recebidas pelos homens da banda, o que gera uma cautela maior do público antes de falar qualquer besteira. No caso das bandas mistas, esse maior “respeito” pela banda, parece ocorrer mais com os integrantes homens, mas respeita-se a presença mulher por fazer parte da banda do que para a mulher em si. De uma forma ou de outra, as bandas mistas sempre contribuíram para tornar a mulher mais presente no espaço do rock. Esta é uma realidade que as bandas femininas encaram durante o processo de aceitação, realidade que desde a década de cinqüenta as primeiras bandas com mulheres enfrentaram e conquistaram seu espaço através das décadas, e hoje essas bandas são influências de bandas femininas como as da Paraíba, bandas que abordam o lado feminino e os confrontos de gênero nas letras das músicas sem deixar a feminilidade de lado, conquistando seu espaço no cenário rock da Paraíba.

segunda-feira, abril 12, 2010

R.I.P OVELHA AZUL

No dia 10 de Abril a ovelha azul deu adeus aos seus fãs e admiradores com um pequeno show na Estação Ciência no Cabo Branco. Com apenas dois anos de formação com Béa no baixo e Vocal, Eveline na guitarra e backing vocal e Gabi na bateria o trio tinha músicas próprias e covers de bandas como ZZ Top, Stevie Ray Vaughan e Grand Funk Railroad no repertório, trazendo uma proposta sonora de Hard/Blues/Rock simples e de qualidade cantada em inglês e francês. Em março de 2009 teve sua primeira estréia nos palcos e desde então recebeu boas críticas, ganhando espaço para mostrar seu som Rock’n Roll.
A banda teve sua primeira perda ano passado quando Gabi deixou a bateria, perdendo a sua proposta inicial de banda feminina...No mesmo ano Rayan assume a bateria e a banda conseguiu se manter na cena cultural, mas esse ano com a saída de Béa a ovelha azul deu seu último suspiro...Eveline então, deu a triste notícia com data, hora e local da despedida da nossa querida ovelha.
Vários são os motivos...muitos os questionamentos, a Blue Sheep teve uma grande repercussão e já era considerada uma das bandas mais promissoras do nosso estado. Eu ainda espero, quem sabe, rever daqui a alguns anos a Blue Sheep de volta......Béeeh!

sexta-feira, abril 09, 2010

Será que somos livres!

Todas as noites antes de dormir penso "o que será do amanhã", pois cada vez mais penso em como seria a vida em um lugar tranquilo como numa floresta onde nenhum mal pudesse ultrapassar, onde eu pudesse sonhar e não mais pensar no que será do amanhã.
Vivemos num país que infelizmente ainda não posso chamar de pátria livre, o que é uma vergonha pois nosso Brasil ainda está preso as algemas da impunidade, preconceito, abandono entre outros aspectos que não caberia aqui.
O Brasil da impunidade por causa das leis que não deveriam ser chamadas de leis, talvez, mas o que difere nossas leis dos demais países...difere em muito. Estou cansada, acho que você também de todas as vezes que assisti a programas que só passam mazelas da nossa sociedade, e as leis onde estão!
Leis para bandidos existem, mas para o povo que sofre tal violência não....leis falhas que deveriam não, devem ser mudadas para que nós possamos dizer que realmente existem leis no Brasil. Porque será que todo bandido quando é solto volta a praticar as mesmas coisas...será porque sabem que se forem presos em poucos dias serão soltos e porque o Brasil não tem penas tão rigorosas como a pena de morte nos países desenvolvidos...porque será!
Leis...que leis!
E o preconceito, homofobia, e a liberdade sexual....ser homosexual não é doença a pessoa já nasce assim e todo ser humano tem direito de escolher seu caminho...liberdade, onde está nossa liberdade de expressão, liberdade de escolhas, livre arbítrio...porque devemos viver com máscaras...poque não somos nós mesmos e mudamos pouco a pouco a realidade que vivemos.
E você!

terça-feira, março 30, 2010

IGUALDADE NA CENA ROCK DA PARAÍBA

O que está faltando na Paraíba em relação ao cenário cultural diversificado é divulgar a feminilidade da cena rock da Paraíba, através de bandas formadas por mulheres e bandas mistas, com homens e mulheres dividindo o mesmo palco, é dar acesso ao público em geral que não conhece o trabalho destas mulheres que conquistaram seu espaço, através do reconhecimento profissional como musicista que obtiveram com talento e desempenho e mostrar que a mulher pode ser feminina mesmo tocando instrumentos considerados masculinos e pesados, e que o bruto e o delicado podem ser misturados numa perfeita harmonia em contrapeso a excessiva maioria das bandas paraibanas formadas apenas por homens, mostrando respeito e reconhecimento ao rock feminino no cenário rock da Paraíba. Eu levanto a bandeira da igualdade, nós mulheres somos capazes de mudar este conceito machista que infelizmente ainda existe no cenário rock da capital...

quarta-feira, março 24, 2010

DESEJO

Gosto... deste corpo esbelto, singular e quente que se estorce, às vezes, em bacanal luxúria, como se descendesse de legendária fúria, e em vez da mulher fosse a serpente. Gosto... deste beijo ardente, dessa taça impura em cujas espumas se me afiguram sempre. As vibrações estranhas, das forças transcedentes, numa dose de vinho, de ópio e de loucura. Gosto da poesia mágica, deste corpo esguio que envolvo, às vezes em apaixonado amplexo, como se arrastado por um caudaloso rio... E, arrastado frêmo nas garras do complexo, sobre esse corpo estético, vaporoso e frio que de súbito explode, na redenção do sexo.

domingo, março 21, 2010

Eu Recomendo

BASTARDOS INGLÓRIOS

O Filme Bastardos Inglórios de Quentin Tarantino com Brad Pitt e Christoph Waltz é uma mistura de histórias verídicas com ficcional. Com cenas chocantes de opressão do nazismo, o filme começa com a invasão dos alemães a França onde alguns personagens se destacam do início ao fim...A divisão em atos bem trabalhados como uma peça acrescenta uma dinâmica diferencial ao filme, interligando os personagens até o desfecho final. A história se passa em volta da judia Shosanna Dreyfus(Mélanie Laurent) que testemunha a morte de sua família pelo coronel nazista Hans Landa(Christoph Waltz), então, ela muda sua identidade e torna-se proprietária de um cinema onde terá a chance de vingar sua família. Já o tenente Aldo Raine(Brad Pitt), assume o comando de um grupo de soldados americanos judeus, estes, com o intuito vingativo contra os alemães. Conhecidos como os "Bastardos" o tenente Aldo e seu grupo planejam eliminar todos os líderes do terceiro Reich, o plano fica conhecido como operação Kino onde todos os envolvidos terão seu destino cruzados dentro de um pequeno cinema. Não poderia deixar de escrever sobre mais uma obra de Quentin Tarantino que sempre traz em seus filmes um tom de ironia e sarcasmo com uma trilha sonora impagável, marca de seus filmes além de cenas chocantes...então, aproveite o filme...

sábado, março 20, 2010

Rock in Rio de Volta ao Brasil

Depois de longos oito anos desde a última das três edições realizadas no Brasil, o Rock in Rio vai voltar a ser realizado no Rio de Janeiro... Idealizado pelo empresário Roberto Medina em 1985 e considerado um dos maiores festivais de música do mundo, o evento trocou o país de origem por uma temporada em Lisboa (2004, 2006 e 2008) e Madrid (2008).
Seu retorno está previsto para 2011, por enquanto a Cidade do Rock passa por fase de avaliações pela prefeitura carioca, o empresário já estrutura a volta do evento ao Brasil. As três noites serão dedicadas ao pop rock, uma ao metal e outra ao indie. Cada noite com um estilo musical com várias tendas e atrações. Além de Brasil, Portugal e Espanha, o evento negocia a entrada em outros países, como China e Polônia, até 2014. Alguns rumores afirmam que algumas das atrações será Lady Gaga e AC/DC....agora é só aguardar.

O Show!

Noooossa! O Show de ontem foi muito foda, essa mulher é um exemplo de superação, atitude e carisma...depois de seis anos assistir dois shows em tão pouco tempo é de arrepiar. O Jampa Digital não tinha melhor atração para o lançamento do site, aliás, parabenizo Ricardo Coutinho pelo excelente trabalho e ainda tem gente que vive falando que o MAGO não trabalha...isso mesmo, é uma indireta, pois o prefeito que mais fez para a cidade crescer foi o mago, não é puxar saco não é realidade... Mas voltando a falar do show da Pitty, adorei os covers, glory box do Portishead e Bad Romance da Lady Gaga, mas quando toca uma música que agente considera sendo nossa por nos identificarmos com cada palavra, aí não dá pra aguentar...as lágrimas começam a rolar e quanto você mais canta mais você chora, quando ela começou a cantar DÉJÀ VU não aguentei, foi lindo...mas sempre tem uma turminha que vai para bagunçar e tirar a paz dos outros, bando de mazela!....mas tudo ocorreu bem, mesmo com febre fiquei até o final...não consegui chegar cedo só peguei metade do show da NosKill que aliás mereçem reconhecimento como também a Andada, não é fácil começar uma banda e essas meninas estão dando duro para fazer o melhor, mesmo sem ter tanto reconhecimento como mereçem é aos poucos que se constrói uma carreira como a própria Pitty que no início teve altos e baixos até se reconhecida como musicista.....parabéns a todas as meninas e meninos que abriram o show, voçês mereçem todos os aplausos...

quinta-feira, março 18, 2010

Pitty na Praia Amanhã

Para quem se sentiu uma sardinha em lata no último show de Pitty vai poder prestigiar o repeteco num ambiente mais amplo e propício para um espetáculo de tamanha proporção, assistir ao show da banda novamente em tão pouco tempo não é bom nem ótimo é maravilhoso, depois de seis anos seu retorno a capital é esperado por milhares de fãs.
Pitty começou sua carreira em 1998, baiana arretada convidou três amigas para formar a banda ''Shes"onde assumiu de cara a bateria...algum tempo depois, entra na banda “Inkoma” como vocalista. Pitty durante sua estadia na banda compôs músicas próprias, saiu da banda e mudou-se para o Rio de Janeiro, onde formou a banda que leva seu nome.
Em 2004 Pitty fez um show aqui em João Pessoa e este ano ela voltou com um show para a Estação Nordeste, que aconteceu no ponto de Cem Réis com milhares de fãs prestigiando sua volta a capital depois de seis anos.
O show de amanhã será no Busto de Tamandaré com a participação das bandas NosKill, Andada e Outona, bandas com estilo e músicas próprias...então, amanhã nos encontramos por lá...

quarta-feira, março 17, 2010

Bandas como Senhoritas, Evil Force, Bárbara, NosKill, Blue Sheep, Violet e a recém formada Andada, cada uma com seu estilo musical particular é uma forma e divulgar e mostrar a força da mulher paraibana, que vem conquistando espaços inusitados no cenário rock do estado, tocando em alto e bom som, um estilo que desde o início teve o homem como protagonista. A sensibilidade e a atitude de bandas femininas e mistas com um som diferenciado, com mulheres não só à frente dos vocais, mas também à frente dos instrumentos, expressando através do rock o complexo universo feminino agradando igualmente homens e mulheres, mas que ainda sofrem preconceito destes. O rock feminino, sempre será um contrapeso contra a virilidade excessiva da cena rock em um terreno comandado pelos homens. Estas bandas de meninas crescem cada vez mais no cenário musical paraibano, e elas nascem da paixão pelo rock, da determinação de conquistar seu espaço sem deixar de lado a feminilidade e o talento nato que é o diferencial das bandas femininas do nosso estado.

Rock Feminino da Paraíba

Algumas pessoas ainda estranham quando vêem uma garota curtindo e até mesmo tocando numa banda de rock, até pelo fato de que dentro do círculo de amizade existe certo preconceito sobre o gosto musical da mulher, principalmente da mulher paraibana já que a Paraíba é conhecida pelos ritmos nordestinos e suas variações, mas nosso estado é uma mistura de ritmos incluindo o rock, e o rock feminino da Paraíba está bem representado por bandas femininas que conquistaram seu espaço no cenário rock da capital.